Posicionamento do acsm (american college of sports medicine) em relação ao gasto calórico de uma aula de pilates

Foram mensurados os gastos calóricos e metabólicos e taxas de esforço percebido em indivíduos praticantes de aulas de matpilates, nos três níveis: básico, intermediário e avançado.

O artigo mostra um resultado melhor quando esse aluno passa do nível básico para o intermediário. O gasto calórico médio nos 30 primeiros minutos da atividade foi de 180 calorias e de 90 calorias a cada 15 minutos subseqüentes sendo que os homens obtiveram maiores gastos energéticos do que a mulheres (devido à maior massa muscular). Os exercícios Side Bend (dobrar de lado), Jack-Knife (canivete) e Boomerang, apresentaram os maiores gastos energéticos, enquanto que os movimentos: sealed twist, Leg circle e o The hundred tiveram gastos menores.

As aulas básicas foram equiparadas ao gasto energético de uma sessão de alongamentos ativos. As aulas intermediárias obtiveram um gasto energético igual ao de uma caminhada na esteira com a velocidade de 6.4 km/h.

Fonte: American College

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Pilates No Pós Operatório Do Câncer De Mama

Imagine passar por um ano de tratamento de câncer de mama, incluindo cirurgia, remoção de gânglios linfáticos, quimioterapia e radioterapia.Terminada esta fase, está na hora de recomeçar a sua vida e iniciar uma dieta restrita e um programa de exercícios.

Apesar do exercício ser um dos fatores mais importantes, tanto na redução do risco de câncer de mama, como nos tratamentos pós cirurgia, até 2005 a Rede Nacional de Linfedemas nos Estados Unidos aconselhava as mulheres em risco de linfedema a não praticarem exercícios ou atividades exaustivas, como, por exemplo, levantar pesos maiores do que 2,5 kg. Não é de admirar que as mulheres mastectomizadas, assim como a comunidade médica, sentiam-se confusas com a recomendação de evitar atividades mais cansativas – recomendação essa baseada mais no medo do que em pesquisa consistente.

Precauções na Prática de Exercícios para Pacientes em risco de Linfedema

  • Não medir a pressão arterial no braço afetado.
  • Evitar a prática de exercícios quando está muito calor. Exercitar-se em lugares arejados ou com ar condicionado, se possível.
  • Use protetor solar e repelente de insetos quando estiver praticando exercícios ao ar livre.
  • Usar uma luva de compressão.
  • Em caso de sintomas tais como sensação de peso, dormência, vermelhidão, inflamação, lesões de pele, febre, dor ou coceira, contacte um médico imediatamente.
  • Mantenha-se bem hidratada. A hidratação é essencial para a função linfática.

O que é um Linfedema?

O linfedema é a retenção localizada de fluidos, provocada por um bloqueamento do sistema linfático. No caso de pacientes com câncer de mama, o linfedema causa inchaço nos tecidos moles do braço, mão, tronco e peito no lado da cirurgia. Mulheres que sofreram dissecação axilar e/ou radiação estão particularmente em risco.

Os sintomas incluem sensação de peso, dormência, fadiga e, algumas vezes, dor. As mulheres afetadas têm movimentos limitados dos braços e diminuição da força muscular, causando restrições nas suas atividades. O braço mais “duro” a medida que o linfedema piora.

O linfedema pode desenvolver-se meses ou anos após o tratamento de câncer e pode ser provocado por uma infecção, movimentos repetitivos, viagens de avião, picadas de insetos, massagens vigorosas ou obesidade. Obviamente que prevenir um linfedema ou detectá-lo precocemente é melhor do que tratá-lo em estado avançado.

Os gânglios linfáticos atuam como filtros, produzindo linfócitos que ajudam a destruir bactérias, células cancerosas e outros desperdícios. Existem aproximadamente 30 a 45 linfonodos na região da axila; se há suspeita de câncer nos gânglios, geralmente são removidos de 10 a 15 para evitar que se espalhe. Se os linfonodos remanescentes não conseguem compensar o trabalho daqueles que foram removidos, poderá então surgir o linfedema. A radiação pode causar ainda mais danos devido à cicatrização dos vasos linfáticos. Finalmente, a tendência natural de proteger o braço após a cirurgia causa encurtamento dos músculos peitoral maior e trapézio e distensão dos músculos que estabilizam o ombro. A subsequente perda da mobilidade pode prejudicar ainda mais a drenagem linfática normal do braço.

O Papel do Exercício Físico

Como é que o exercício pode então fazer a diferença? Ao contrário do sistema circulatório, o sistema linfático não possui um bombeamento central; ele é estimulado pelas mudanças de pressão das contrações musculares ou da respiração profunda. A respiração profunda melhora o bombeamento no ducto torácico; as contrações musculares realizadas em uma sequência específica (geralmente a partir das extremidades em direção ao tronco) pode aumentar o retorno linfático. Além disso podem ser feitos exercícios para alongar os músculos peitoral maior e trapézio, e fortalecer os músculos do ombro. Exercícios que enfatizam a respiração profunda e flexibilidade, tais como o Pilates, podem ser particularmente benéficos.

          Treino de Força

O treino de força na área afetada tem sido um assunto controverso. Tente fazer os exercícios com calma e siga as instruções abaixo:

  • Sempre inicie com aquecimento antes de começar o treino de força no braço afectado.
  • Observe a resposta ao exercício. Fique atenta a qualquer inchaço na área, o qual poderá indicar que a carga ou o número de repetições está muito alto, ajustando então o programa de acordo com essa resposta. (um fisioterapeuta poderá lhe ensinar como medir a circunferência do braço, com a fita métrica).
  • Use uma luva de compressão (geralmente prescrita pelo fisioterapeuta ou terapeuta ocupacional).
  • Concentre-se nos músculos dos ombros e das costas, incluindo o deltóide, serrátil anterior, trapézio, rombóides e os músculos estabilizadores do ombro, chamados de manguito rotador, para otimizar o fortalecimento do ombro e promover vias alternativas de drenagem linfática.
  • Trabalhe a região abdominal para facilitar o retorno do fluxo linfático ao ducto torácico.
  • Para dar um descanso ao braço afetado, alterne os braços; alterne também exercícios para o tronco superior e inferior ou treine em circuito, incluindo tanto o treino cardiovascular como o treino de força.
  • Planeje um programa para 2 a 3 vezes na semana. Comece devagar e vá progredindo gradualmente .Proceda da maneira usual para treinar o braço não afetado, tronco, abdominais e pernas, a não ser que a reconstrução da mama tenha sido feita utilizando o músculo reto do abdomem. Neste caso, consulte o seu médico antes de começar qualquer exercício abdominal.
  • Inclua exercícios de Pilates, os quais enfatizam a postura e respiração enquanto trabalham a região abdominal.

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Pilates ajuda a melhorar a relação sexual

Os exercícios melhoram o alongamento, a postura, respiração, e a coordenação motora, além de fortalecer os diferentes grupos musculares: como os adutores (parte interna da coxa), musculatura do assoalho pélvico, abdomem e glúteos, músculos esses que são acionados principalmente de forma isométrica (contração sem movimento),durante a aula, o que ajuda a musculatura a se manter em uma postura por um tempo mais prolongado, retardando assim a fadiga muscular permitindo um tempo maior de permanência em algumas posições sexuais.
O método Pilates trabalha muito a mobilidade da coluna e do cíngulo pélvico (Bacia), trazendo uma melhor harmonia e sincronismo de movimento para essas regiões.
Os exercícios também ajudam a liberar a endorfina e a serotonina, hormônios associados ao humor, ao prazer e ao bem estar, diminuindo o estresse, uma das principais causas da queda do rendimento sexual. A serotonina é responsável pela sensação de relaxamento, e deixa a pessoa mais sensível aos estímulos sexuais.
Exercícios indicados

 

Fortalecimento de adutores

Abdominal com alongamento de adutores

Adução no Ladder Barrel

Ponte na bola

Torre no Cadillac

Circulo com as Pernas

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A eficácia do pilates na osteoporose

       Se você pensa que a Osteoporose é uma doença da terceira idade estar totalmente enganada, atualmente é cada vez mais freqüente o início da doença em adultos a partir dos 35 anos .

       Até os 30 anos de idade acontece o pico de produção óssea e é nesse período que garantimos nossos ossos do futuro. Após os 35 anos, a densidade mineral óssea diminui gradativamente de aproximadamente 1% de perda óssea por ano e após a menopausa pode chegar a 30% segundo os estudos.

       Esta doença caracterizada pela diminuição da perda óssea é silenciosa e com o ritmo de trabalho acelerado no dias atuais, sedentarismo, ingestão de corticóides e outros medicamentos, ciclos menstruais interrompidos alterando os níveis hormonais contribuindo para o aparecimento mais cedo dessa patologia.

        Hoje a osteoporose é considerada uma epidemia, uma vez que acomete 10 milhões de pessoas no Brasil.

       Além dos cuidados e das estratégias para tratar a doença, a prevenção ainda é o melhor tratamento, pois depois da doença  estabelecida, se conseguimos estacionar a evolução é uma grande vitória e para isso é necessário:

  • Dietas ricas com cálcio e vitamina D
  • Realizar regularmente a densitometria óssea.
  • Fazer contagem hormonal

             Tomar sol até antes das 10 h da manhã 

  • Realizar atividades físicas

 

Segundo os estudos atuais é necessário que aconteça a modelagem óssea durante toda a vida, processo este, provocado pelo exercício com carga localizada e tensões, associado a vibrações para que aconteça microlesões ósseas e o cérebro entenda como fratura e envie informações aos osteoblastos  responsáveis pela formação óssea,  entrarem em ação.

      Diante desses estudos, foram derrubados alguns mitos, como o de que só o fortalecimento dentro das academias são suficientes para produzir osteoblastos.

É necessário tensão, carga, vibração e movimentos multidirecionais, para que realmente aconteça a produção óssea.

O Pilates é uma técnica que através das molas, desenvolve tensão nos sítios acometidos pela osteoporose e associados a cargas multidirecionais, junto com a vibração provocadas pelas molas, promove o processo de modelagem e remodelagem óssea, além disso, trabalha postura, equilíbrio, fortalecimento, estabilidade das articulações e o impacto, que é um fator importante e já comprovado cientificamente para desenvolver a produção de osteoblastos, deve-se nesse caso associar ao trote na esteira supervisionado pelo profissional.

     Hoje já podemos mensurar qual a atividade ideal para a produção óssea, através do monitor NEWTEST, que monitora e analisa a atividade física do usuário em tempo real e indica a porcentagem do exercício osso diário que deve ser alcançado.

      O monitor é patenteado pela finish Newtest Oy, e foi premiado pela escola de medicina da universidade de Oulu Oulu e Deaconess Institut (Ari  vainiopao) e premiado pela sociedade Européia de biomecânica em 2004.

Na CDI nós já dispomos do aparelho, mesmo sem ser comercializado ainda no Brasil. Após um curso e treinamento na Bélgica conseguimos trazer o aparelho para mensurar as atividades físicas e realizar estudos comparando aos já preconizados. Além disso, contribui consideravelmente para estimular os alunos do  Pilates a otimizar os resultados.

Como é de uso individual podemos no futuro através dessa ferramenta provocar significadamente um impacto no controle dos exercícios nos casos de osteoporose.

     Estudos mais detalhados sobre a eficácia do PILATES na Osteoporose, no Curso Avançado de Coluna pela Metacorpus.

                    Sandra Rocha

 Rpgista, Osteopata e Professora Metacorpus dos cursos Avançados de Coluna no Pilates

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Novo Studio Metacorpus

A Metacorpus Studio Pilates acaba de inaugurar mais um Studio próprio, no bairro de Copacabana, no Rio de Janeiro. A nova unidade conta com equipamentos e profissionais de excelência para oferecer o melhor na prática de pilates. O studio oferece cursos para profissionais da saúde e aulas personalizadas.

Confira algumas fotos do coquetel de inauguração, que contou com a presença de Carlinhos de Jesus, além dos Sócio-fundadores Michel Salgado, Luiz Claudio Henriques Salgado, Sérgio Machado, Adriana Machado e Gustavo Machado:

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Agende uma aula experimental e conheça na prática os benefícios do pilates!

Rua Barata Ribeiro, nº 668, Copacabana – Rio de Janeiro – RJ

Horário de Funcionamento:

De  segunda a sexta, das 7hs às 21h30.

O telefone é (21) 4124.2576


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Pilates e seus benefícios para o corpo

O Pilates  virou uma verdadeira moda nas academias, muitas pessoas já ouviram falar dessa nova técnica de exercício físico porem ainda restam algumas dúvidas . E pensando nisso fomos pesquisar o que é o Pilates e quais os benefícios podemos conquistar praticando essa atividade.

O Pilates foi criado pelo alemão Joseph H. Pilates na década de 20, o método alia a atividade física ao relaxamento mental, ensinando as pessoas a conhecerem melhor o seu corpo.

O Pilates, por meio de exercícios, fortalece os músculos fracos, alonga os músculos que estão encurtados e aumenta a mobilidade das articulações. Movimentos fluentes são feitos sem pressa com muito controle para evitar estresse. O alinhamento postural é importante em cada exercício, ajudando na melhora da postura global do indivíduo.

Assim, a força, a tonificação e o alongamento são trabalhados de dentro para fora do corpo, tornando-o forte, saudável e harmonioso.

As aulas de Pilates apresentam:

- exercícios suaves e eficazes;
- poucas repetições de cada movimento;
- grande repertório de exercícios;
- uso de aparelhos e acessórios criados especialmente para os exercícios;
- resultados rápidos e duradouros;
- construção de uma postura correta;
- ausência de desgaste físico.

Benefícios do Pilates:

- alongamento e maior controle corporal;
- correção postural;
- avaliação da flexibilidade;
- tônus e força muscular;
- alívio de tensões estresse e dores crônicas;
- desenvolvimento da consciência corporal;
- melhora da mobilidade das articulações;
- estimulação do sistema circulatório e oxigenação do sangue;
- fortalecimento dos órgãos internos;
- trabalho da respiração;
- aumento da sensação geral de bem estar.

Fonte: senado.gov

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Aulas de Pilates para Cardiopatas

        A grande arte neste processo está na prescrição do exercício para este grupo de indivíduos. Primeiramente, o trabalho com esta população deve ser feito por uma equipe multidisciplinar (médicos, educadores físicos, fisioterapeutas, nutricionistas e etc.). Segundo, um bom exame clínico deve ser realizado para sabermos exatamente qual a condição que o nosso aluno (a) apresenta antes de iniciarmos a prática do exercício. Terceiro, determinar qual a fase de reabilitação o aluno está e o que influenciará na intensidade dos exercícios.

Intensidade pode ser determinada por pelo menos duas metodologias. A primeira e mais recomendável, é a realização de um teste ergoespirométrico onde é possível avaliar, de modo preciso, qual a freqüência cardíaca máxima e mínima para o treinamento. A desvantagem deste método é o custo deste procedimento. O segundo método é por meio da fórmula de freqüência cardíaca de reserva de Karvonen:

FC treinamento = [(FCmáxima - FCrepouso) x % de intensidade] + FCrepouso

Para a FC máxima ( 220 – idade do aluno)

        Trabalha-se inicialmente entre 30% e 50% da freqüência cardíaca de reserva para a execução dos exercícios. Entretanto, devem-se levar em consideração, possíveis queixas de angina, alterações súbitas de freqüência cardíaca e alterações de pressão. Um aparelho de monitoramento da freqüência cardíaca é muito útil durante a prática da atividade física para um melhor monitoramento da intensidade.

Seguindo as recomendações internacionais, o exercício resistido é indicado para qualquer indivíduo em qualquer faixa etária por seus benefícios à saúde e bem-estar. Em indivíduos cardiopatas a recomendação da American Heart Association e do American College of Sports Medicine, é a seguinte:

       Número de séries: Uma série de cada exercício.

       Número de repetições: De 10 a 15 repetições.

        Número de exercícios: De 8 a 10 exercícios (de força a aula pode ser complementada com alongamentos e mobilizações).

Evitar isometria prolongada.

        Freqüência semanal: De duas a três vezes por semana.

        Intensidade do esforço: De baixa para moderada intensidade – 40% de 1RM.

Hoje já podemos afirmar que um programa de condicionamento físico promove os seguintes efeitos benéficos:

        –     Melhora da capacidade cardiorrespiratória;

        –     Aumento na quantidade de vasos sanguíneos nos músculos ativos;

        –     Diminuição da freqüência cardíaca e da pressão arterial em repouso;

        –    Diminuição da freqüência cardíaca e da pressão arterial em exercício de baixa intensidade;

        –  Aumento nos níveis do bom colesterol (HDL) e diminuição de triglicerídeos (ambos em pequenas quantidades)

        –    Diminuição da gordura intra-abdominal (a mais nociva para o coração);

        –     Melhora dos índices de glicose no sangue (glicemia).

        Vejam alguns benefícios da prática do exercício físico em patologias específicas:

               Isquemia miocárdica: melhora da angina em repouso; melhora da capacidade funcional; aumento da capacidade do coração bombear sangue; melhora da perfusão do miocárdio.

               Insuficiência cardíaca: ajuda a reverter disfunções nos vasos sangüíneos; aumento do consumo de oxigênio; melhora a produção de energia no músculo; melhora a função respiratória; melhora a musculatura respiratória.

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